As barrinhas de proteína se tornaram uma verdadeira febre nos últimos tempos, principalmente pela facilidade com que entregam a quantidade de proteína necessária para momentos onde consumir outros alimentos não é possível, e também por serem muito palataveis comparadas a outras opções. Porém, hoje já existem dezenas de marcas e sabores, o que acaba deixando a escolha mais difícil.
Mas fique tranquilo(a) que nós vamos te passar o manual para essa escolha!
Meu nome é Vanessa Kirchner, sou triatleta há 7 anos e trabalho em um centro esportivo no interior do Paraná há mais de 10 anos. Nesse tempo usei, testei e tive alunos que testaram uma infinidade de produtos esportivos, de saúde e suplementos!
Com base no meu conhecimento e experiência, escolhi a melhor barrinha de proteína da atualidade, em 3 categorias diferentes, que vão atender desde quem quer produtos eficientes com ótimo custo benefício, até quem deseja algo com qualidade e sabor diferenciados!
Critérios de Escolha
Dividiremos nosso review através das barrinhas de proteína mais indicadas em 3 categorias diferentes, com produtos com grande variedade de preços e características que atendem a maioria dos perfis de consumidores!
- Custo Benefício: Produtos que custam entre R$ 50 e R$ 100 em média
- Top de Linha: Produtos que custam a partir de R$ 100 em média
- Bons e Baratos: Produtos que custam até R$ 50 em média
A Melhor Barrinha de Proteína por Categoria
Confira também:
Resumo das Melhores Barrinhas de Proteína
A barrinha de proteína com melhor custo benefício é a Protein Crisp Bar Integralmédica, no geral. Isso porque ela é ótima para quem busca equilíbrio entre qualidade, praticidade e entrega nutricional. Na minha rotina, ela funcionou como um lanche confiável para diferentes momentos do dia, trazendo boa saciedade, digestão tranquila e uma experiência de consumo mais agradável por causa da textura crocante. O sabor equilibrado ajuda a manter o uso frequente sem enjoar, e a estrutura da barrinha se mantém bem mesmo fora de casa. É um produto funcional, que atende a maioria das necessidades de quem treina e vive na correria.
Já a melhor barrinha de proteína top de linha é a Bold. Ela é um produto pensado para quem busca algo além da função básica de uma barrinha de proteína. Na minha rotina, ela se destacou pela experiência de consumo mais sofisticada, com recheio cremoso bem marcado, textura agradável e sabor que realmente lembra um chocolate de boa qualidade. A entrega de 20 g de proteína por unidade reforça que não é só um agrado, mas também uma escolha nutricional consistente. É o tipo de barrinha para quem aceita investir mais em qualidade, prazer ao comer e praticidade, encaixando bem tanto em momentos pós-treino quanto como uma sobremesa mais consciente no dia a dia.
E pra finalizar, a melhor barrinha de proteína boa e barata é a Supino Protein. Na prática, é uma barrinha simples, funcional e fácil de consumir no dia a dia, com destaque para a base de banana bem presente, que passa sensação de alimento de verdade. O sabor banana com chocolate é equilibrado e não enjoa, o que ajuda no uso frequente. A textura macia facilita o consumo em qualquer momento, e a saciedade atende bem lanches intermediários. É uma opção coerente para quem quer gastar o mínimo possível, que seja prático e confiável, sem buscar sofisticação ou experiências muito elaboradas.
Barrinhas de Proteína com Melhor Custo Benefício
Para começar o ranking, apresentamos as barrinhas de proteína com bom custo benefício, com preços entre R$ 50,00 a R$ 100,00, em média, por 12 unidades.
Elas são as barrinhas que atendem as necessidades da maioria das pessoas, que possuem ótimo sabor e a quantidade ideal de proteínas ingerida por porção.
1. Protein Crisp Bar – Integralmédica

Nosso Veredito
🏆 Melhor Custo Benefício 🏆
Ficha Técnica:
| CARACTERÍSTICA | RESULTADO |
|---|---|
| Sabores | 11 |
| Proteína | 12/13 gramas |
| Calorias/Porção | 198 kcal |
| Peso Líquido | 45 gramas |
Prós:
- Barrinha de proteína com melhor custo benefício do mercado
- Textura crocante diferenciada, mais agradável que barrinhas densas tradicionais
- Doce equilibrado, não cansa mesmo com consumo frequente
Contras:
- Valores variam bastante conforme local e quantidade comprada
- Perfil crocante pode não agradar quem prefere barrinhas macias
A Protein Crisp Bar da Integralmédica entrou na minha rotina em momentos bem específicos, principalmente quando eu precisava de algo prático, mas que não tivesse aquela sensação de “doce qualquer”. O que mais me chamou atenção logo de cara foi a textura crocante, que realmente foge do padrão das barrinhas mais densas e grudadas. Em dias longos, entre um treino de corrida e compromissos fora de casa, ela entrega uma experiência mais agradável de mastigação, menos enjoativa e mais próxima de um snack mesmo, não de um suplemento disfarçado.
Outro ponto que me agradou bastante foi a combinação de camadas, dá para sentir claramente a parte proteica mais macia contrastando com os crisps. Isso faz diferença quando consumo no meio da tarde ou após pedais mais curtos, porque não pesa no estômago. Não tive aquela sensação de estar comendo algo “empapado”, o que para mim é essencial quando ainda preciso manter energia para o resto do dia. Em situações fora do ambiente esportivo, como viagens curtas ou dias de estrada, ela funcionou bem como lanche rápido.
Em relação ao perfil nutricional, o que percebi na prática foi uma boa saciedade sem desconforto. Não é uma barrinha que dá pico de fome logo depois, nem aquela sensação pesada que atrapalha o treino seguinte. Usei algumas vezes antes de treinos leves de natação e também como complemento depois da musculação, e ela se encaixou bem nessas janelas menores. Não substitui uma refeição, claro, mas cumpre bem o papel de apoio quando o tempo é curto.
O sabor também merece comentário, porque costuma ser um ponto crítico nesse tipo de produto. Aqui, achei o doce bem controlado, sem exagero de gosto artificial. Isso ajuda muito no consumo frequente, já que não cansa rápido. Em dias mais quentes, inclusive, ela manteve bem a estrutura, não derreteu fácil dentro da bolsa, o que já me salvou em algumas saídas mais longas.
A praticidade da embalagem é outro detalhe que valorizo. Ela abre fácil, não rasga torto e dá para consumir sem sujeira, algo que faz diferença quando estou no carro ou entre compromissos. É aquele tipo de barrinha que realmente dá para deixar na mochila e esquecer ali até precisar, sem medo de virar uma meleca.
Com o uso contínuo, alguns pontos ficam claros. Ela costuma aparecer com valores bem variados dependendo do local e da quantidade comprada, o que pede um pouco mais de atenção na hora de abastecer a despensa. Algumas versões de sabor agradam mais do que outras, nem todas me conquistaram da mesma forma. Também não é a barrinha mais indicada para quem prefere algo totalmente macio, já que o crocante é parte central da proposta e pode não agradar todo mundo.
2. Top Whey Bar – Max Titanium

Nosso Veredito
🥈 2º Lugar Custo Benefício 🥈
Ficha Técnica:
| CARACTERÍSTICA | RESULTADO |
|---|---|
| Sabores | 4 |
| Proteína | 11/13 gramas |
| Calorias/Porção | 178 kcal |
| Peso Líquido | 41 gramas |
Prós:
- Textura mais densa, passa sensação de alimento e sustenta bem
- Sabor brigadeiro equilibrado, encorpado e fácil de consumir com frequência
- Boa estabilidade térmica, não derrete nem endurece fácil na bolsa
Contras:
- Estrutura firme pode não agradar quem prefere barrinhas leves
- Exige mais mastigação em momentos muito apressados
A Top Whey Bar da Max Titanium acabou entrando na minha rotina de forma bem natural, principalmente nos dias em que eu precisava de algo mais consistente entre refeições. Diferente de outras barrinhas que focam em crocância ou em textura aerada, essa aqui tem uma estrutura mais firme e uniforme, que lembra mais um doce compacto. Isso me agradou porque passa mais sensação de alimento mesmo, algo que sustenta melhor quando sei que vou demorar para comer de novo.
O que mais percebi no uso foi como ela funciona bem em momentos de pausa real, não só como um “belisco”. Já levei na bolsa para consumir depois de treinos mais longos de bike e também em dias de deslocamento, quando o almoço atrasou. A densidade da barrinha faz com que eu coma mais devagar, e isso acaba ajudando na saciedade. Não tive aquela vontade imediata de procurar outro lanche logo depois, o que para mim é um ponto bem positivo.
Em relação ao sabor, o que mais me agradou foi o brigadeiro. Ele entrega aquele gosto clássico de chocolate, mais encorpado, sem ficar exageradamente doce. É um sabor que funciona bem tanto quando estou com vontade de algo mais “doce” quanto quando quero só cumprir o papel nutricional da barrinha. Outros sabores existem, mas esse foi o que mais combinou com meu paladar e com o consumo frequente, não enjoou mesmo usando várias vezes na semana.
Outro detalhe que vale comentar é como ela se comporta em diferentes temperaturas. Já consumi em dias mais quentes e também em ambientes fechados com ar-condicionado, e a textura se manteve estável, sem derreter fácil ou ficar dura demais. Isso faz diferença no dia a dia, porque nem sempre dá para escolher o melhor momento ou local para comer. A mordida continua firme, mas sem esforço, o que deixa o consumo mais agradável.
A embalagem também me passou uma sensação de produto mais robusto. Ela protege bem a barrinha, não amassa fácil dentro da mochila e abre sem dificuldade. Parece detalhe pequeno, mas quando estou na rua, isso conta bastante. É uma barrinha que dá para carregar sem preocupação e consumir sem fazer sujeira, mesmo em situações mais corridas.
Com o consumo contínuo tenhos algumas ressalvas a fazer sobre essa barrinha. A textura mais densa pode não agradar quem prefere barrinhas mais leves ou aeradas. O sabor, apesar de equilibrado, é mais intenso, então pode cansar quem busca algo bem suave. Também senti que ela pede um pouco mais de mastigação, o que em alguns momentos muito apressados pode não ser tão prático
3. Whey Grego Bar – Naturata

Nosso Veredito
🥉 3º Lugar Custo Benefício 🥉
Ficha Técnica:
| CARACTERÍSTICA | RESULTADO |
|---|---|
| Sabores | 6 |
| Proteína | 11 gramas |
| Calorias/Porção | 169 kcal |
| Peso Líquido | 40 gramas |
Prós:
- Textura cremosa e macia, lembra mais uma sobremesa que barrinha
- Consumo leve, não pesa e agrada em momentos de pausa
- Mastigação fácil, agradável em momentos de cansaço
Contras:
- Perfil mais neutro pode não agradar quem prefere sabores intensos
- Textura macia não atende quem busca crocância
A Whey Grego Bar da Nutrata entrou na minha rotina em um momento em que eu buscava uma barrinha com pegada mais de sobremesa, algo que realmente desse prazer ao comer. Logo na primeira mordida, o que mais se destaca é a textura cremosa, bem diferente das barrinhas mais secas ou excessivamente densas que costumo consumir. Ela lembra mais um doce macio, quase como um recheio compacto, o que muda bastante a experiência, principalmente quando bate aquela vontade de comer algo mais confortável.
Usei bastante essa barrinha em períodos de descanso entre treinos ou à noite, quando quero algo prático, mas que não pareça um “lanchinho funcional”. A sensação é mais indulgente, sem ser pesada. Ela desce fácil, não exige muita mastigação e não deixa aquela sensação de estufamento. Para mim, isso faz diferença em dias em que o corpo já está cansado e o apetite fica mais seletivo.
O sabor que mais me agradou foi o beijinho, que entrega bem a combinação de coco com um doce equilibrado. Não achei enjoativo, nem artificial demais, o que costuma ser um problema em sabores mais puxados para sobremesa. O aroma também é bem presente e ajuda na experiência, algo que percebo bastante quando consumo com calma, em casa, no fim do dia. É uma barrinha que realmente parece pensada para quem gosta de doce, não só para cumprir meta de proteína.
Outro ponto interessante é como ela se comporta na boca. A maciez constante do começo ao fim faz com que o consumo seja rápido e agradável, sem aquela mudança brusca de textura que algumas barrinhas têm. Em dias mais frios, ela mantém essa característica, não fica dura nem quebradiça. Já em temperaturas mais altas, percebi que continua estável, só ficando um pouco mais macia, mas sem derreter ou fazer sujeira.
A embalagem também passa uma sensação mais “clean” e combina com a proposta do produto. É fácil de abrir e protege bem a barrinha, o que ajuda quando levo na bolsa para consumir fora de casa. Acabei usando bastante em momentos de pausa, como após o jantar ou entre tarefas, mais como um agrado do que como algo ligado diretamente ao treino.
Com o uso contínuo, alguns pontos ficam claros. O perfil mais doce pode não agradar quem prefere barrinhas neutras. A textura bem macia talvez não seja ideal para quem gosta de algo mais firme ou crocante. Também senti que ela funciona melhor em momentos tranquilos do dia, menos indicada para comer correndo, já que pede um pouco mais de atenção para aproveitar a proposta.
Barrinhas de Proteína Tops de Linha
Nesta parte do ranking, apresentamos as barrinhas de proteína de qualidade premium. Essas são ideais para quem deseja ingerir uma elevada quantidade de proteínas e custam acima de R$ 100,00, em média.
Essas barrinhas de proteína, além de contarem com uma alta quantidade de proteínas por porção, também costumam ser mais saborosas, agradando aos mais diversos paladares. As opções desta categoria também costumam ser maiores do que as demais, promovendo mais saciedade.
4. Bold Snacks

Nosso Veredito
🏆 Melhor Top de Linha 🏆
Ficha Técnica:
| CARACTERÍSTICA | RESULTADO |
|---|---|
| Sabores | 12 |
| Proteína | 20 gramas |
| Calorias/Porção | até 255 kcal |
| Peso Líquido | 60 gramas |
Prós:
- Recheio cremoso bem marcado, experiência próxima a um chocolate premium
- Entrega 20 g de proteína, funciona como doce e suporte nutricional
- Sabor chocolate ao leite equilibrado, prazeroso sem exagerar no doce
Contras:
- Preço mais alto em relação às barrinhas tradicionais
- Perfil mais indulgente pode não agradar quem prefere sabores neutros
A barrinha Bold da Bold Snacks entrou na minha rotina em uma fase em que eu buscava algo realmente diferenciado, não só funcional, mas prazeroso de comer. Desde o primeiro contato, dá para perceber que é um produto de categoria superior, pensado para quem não quer a sensação de estar comendo um suplemento. A aparência, o acabamento e até o cheiro ao abrir a embalagem já passam essa impressão mais refinada, quase como um doce artesanal bem-feito.
O grande diferencial da Bold, na minha experiência, está na sensação de recheio de verdade. Ela não é aquela barrinha compacta ou homogênea, existe uma camada interna bem perceptível, cremosa, que muda totalmente a experiência de consumo. Isso faz com que eu escolha a Bold em momentos mais estratégicos, como depois do jantar ou à tarde, quando bate vontade de doce. Ela entrega prazer real, sem parecer improvisada ou artificial.
O sabor que mais me agradou foi o chocolate ao leite, que tem um equilíbrio muito bem ajustado. Não é excessivamente doce, nem aquele chocolate amargo que cansa rápido. Ele lembra bastante um chocolate comum de boa qualidade, com final limpo na boca. É um sabor que funciona tanto em dias de treino quanto em momentos totalmente fora da rotina esportiva, o que, para mim, justifica bastante a proposta premium do produto.
Outro ponto que percebi com o uso frequente é como a Bold consegue ser satisfatória em pequenas quantidades. Uma unidade já resolve bem a vontade de comer algo doce, sem despertar aquela busca imediata por outro snack. Isso acontece muito por causa da combinação entre textura, recheio e intensidade de sabor. Em dias mais puxados, acabei usando como uma espécie de “sobremesa funcional”, e funcionou muito bem.
Um aspecto que pesa bastante na decisão de consumo é o fato de a Bold entregar 20g de proteína por unidade. Na prática, isso faz com que ela vá além de um doce proteico e realmente cumpra um papel nutricional relevante. Em dias em que preciso reforçar a ingestão de proteína sem recorrer a shakes ou refeições maiores, ela resolve bem, mantendo aquela sensação de estar comendo algo prazeroso, mas alinhado com a rotina de treino.
Com o consumo contínuo, alguns pontos que podem desgradar alguns me chamaram a atenção. O preço é mais elevado em comparação às barrinhas comuns, o que faz dela uma escolha mais pontual. O perfil mais indulgente pode não agradar quem prefere algo neutro ou menos doce. Também é uma barrinha que pede um momento mais tranquilo para consumir, não é a melhor opção para comer correndo entre uma atividade e outra.
5. Mukebar – Mais MU

Nosso Veredito
🥈 2º Lugar Tops de Linha 🥈
Ficha Técnica:
| CARACTERÍSTICA | RESULTADO |
|---|---|
| Sabores | 6 sabores |
| Proteína | 15 gramas |
| Calorias/Porção | 221 kcal |
| Peso Líquido | 60 gramas |
Prós:
- Textura macia e uniforme, consumo agradável do início ao fim
- Sabor chocolate equilibrado, menos doce e fácil de usar com frequência
- Sensação de saciedade sem pesar, funciona bem como lanche ou pós-treino
Contras:
- lor mais alto que barrinhas convencionais
- Perfil menos doce pode não agradar quem busca sobremesa marcante
A Muke da Mukebar entrou na minha rotina como aquela barrinha que eu reservo para momentos em que quero algo realmente bem resolvido, tanto no sabor quanto na sensação de qualidade. Desde o primeiro contato, fica claro que é um produto de categoria top de linha, não só pela apresentação, mas pela forma como ela se comporta ao comer. Não lembra suplemento, lembra um doce bem pensado, com proposta clara e execução caprichada.
O que mais me chamou atenção foi a textura macia e uniforme, sem camadas exageradas ou recheios artificiais. Ela tem uma mordida confortável, que não gruda nos dentes e não exige esforço para mastigar. Isso faz diferença quando consumo com calma, em casa, ou mesmo em pausas mais curtas do dia. A barrinha mantém a mesma sensação do começo ao fim, algo que nem sempre acontece em produtos desse tipo, e passa uma impressão de equilíbrio muito bem trabalhado.
O sabor que mais me agradou foi o chocolate, que tem um perfil mais adulto e menos açucarado. Ele não tenta imitar sobremesa clássica, nem apela para doçura excessiva. O chocolate aparece de forma limpa, sem gosto residual forte, o que facilita bastante o consumo frequente. É aquele sabor que funciona tanto depois de um treino quanto à noite, quando bate vontade de comer algo gostoso sem exagerar.
Outro diferencial que percebi com o uso contínuo é como a Muke se encaixa bem em momentos variados da rotina. Já usei como lanche da tarde, complemento pós-treino e até como um doce rápido depois do jantar. Ela entrega sensação de saciedade sem pesar, o que para mim é um ponto forte em uma barrinha premium. Não dá aquela vontade imediata de procurar outro doce, e também não deixa sensação de estômago cheio demais.
A experiência geral de consumo é muito consistente. Mesmo em dias mais quentes, a barrinha manteve bem a estrutura, não derreteu fácil e não perdeu textura dentro da bolsa. Isso mostra cuidado no desenvolvimento do produto. A embalagem também acompanha essa proposta mais elevada, é firme, bem-acabada e protege bem a barrinha, passando aquela sensação de produto pensado nos detalhes.
Percebi alguns pontos menos vantajosos consumindo essa barrinha ao longo do tempo. O valor é mais alto do que barrinhas convencionais, o que faz dela uma escolha mais seletiva. O perfil de sabor mais equilibrado pode não agradar quem busca algo bem doce.
6. biO2 Barra de Proteína

Nosso Veredito
🥉 3º Lugar Tops de Linha 🥉
Ficha Técnica:
| CARACTERÍSTICA | RESULTADO |
|---|---|
| Sabores | 4 |
| Proteína | 11 gramas |
| Calorias/Porção | 184 kcal |
| Peso Líquido | 45 gramas |
Prós:
- Textura equilibrada, firme e confortável, sem pesar ou grudar
- Sabor baunilha com pasta de amendoim bem ajustado, fácil de consumir
- Sensação de saciedade estável, boa para intervalos maiores entre refeições
Contras:
- Mais difícil de encontrar no mercado
- Perfil de sabor mais suave pode não agradar quem prefere doces intensos
A Protein da bIO2 começou a aparecer com mais frequência na minha rotina quando eu estava buscando uma barrinha realmente alinhada com uma proposta mais limpa e bem executada. Logo nos primeiros dias de uso, ficou claro que é um produto de categoria top de linha, não só pelo posicionamento, mas pela experiência completa. Ela não passa aquela sensação de suplemento adaptado, parece um alimento pensado com cuidado, desde a textura até o sabor final.
O primeiro ponto que me chamou atenção foi a sensação de leveza durante e após o consumo. Mesmo sendo uma barrinha proteica, ela não pesa no estômago nem deixa aquele resíduo incômodo na boca. Usei tanto em dias de treino quanto em momentos totalmente fora da rotina esportiva, como pausas no meio da tarde, e a resposta do corpo foi sempre tranquila. Dá para consumir com calma, sem pressa, e seguir o dia normalmente.
O sabor que mais me agradou foi o de baunilha com pasta de amendoim, justamente pelo equilíbrio entre suavidade e presença. A baunilha aparece de forma delicada, sem aquele gosto artificial comum, enquanto a pasta de amendoim entra trazendo profundidade e uma leve cremosidade. Não é um sabor enjoativo nem excessivamente doce, o que facilita bastante o uso frequente. Para mim, funciona muito bem quando quero algo gostoso, mas sem clima de sobremesa pesada.
Outro diferencial claro está na textura bem ajustada, que não é nem seca demais, nem molenga. A barrinha tem uma mordida firme, mas confortável, sem grudar nos dentes ou exigir muita mastigação. Isso faz diferença principalmente quando consumo fora de casa ou em momentos de pausa mais curta. Ela mantém a mesma consistência do início ao fim, algo que passa sensação de cuidado no desenvolvimento do produto.
Ao longo do uso, percebi que a Protein da bIO2 entrega uma saciedade gradual e estável, sem picos ou quedas bruscas. Não é aquela barrinha que resolve tudo sozinha, mas cumpre muito bem o papel de apoio nutricional, principalmente quando o intervalo entre refeições fica maior. Já usei antes de compromissos longos e também como complemento pós-treino leve, e ela se encaixou bem nesses cenários.
A embalagem segue a mesma linha mais sofisticada do produto. É discreta, bem-acabada e protege bem a barrinha, o que ajuda bastante no transporte diário. Mesmo carregando na mochila ou na bolsa, ela se mantém íntegra, sem deformar ou comprometer a experiência de consumo.
Com o uso contínuo, alguns pontos ficam evidentes. O investimento é mais alto do que barrinhas comuns, o que faz dela uma escolha mais consciente e menos automática. O perfil de sabor mais suave pode não agradar quem busca algo bem doce. Também é uma barrinha que combina mais com momentos de consumo atento do que para comer correndo, já que a proposta pede um pouco mais de presença.
Barrinhas de Proteína Boas e Baratas
Por fim, chegamos à categoria das barrinhas de proteína boas e baratas, que custam até R$ 50,00, em média.
Essas barrinhas são recomendadas para quem prefere gastar pouco e ainda assim quer consumir um produto de boa qualidade, que é capaz de promover um lanche nutritivo e proteico.
7. Supino Protein

Nosso Veredito
🏆 Melhor Boa e Barata 🏆
Ficha Técnica:
| CARACTERÍSTICA | RESULTADO |
|---|---|
| Sabores | 5 |
| Proteína | 10 gramas |
| Calorias/Porção | 100 kcal |
| Peso Líquido | 30 gramas |
Prós:
- Base de banana bem presente, sensação mais próxima de alimento
- Sabor banana com chocolate simples, fácil de consumir no dia a dia
- Textura macia e úmida, prática para lanches rápidos
Contras:
- Saciedade moderada, não substitui refeições maiores
- Perfil de sabor mais simples pode não agradar todos
A Supino Protein da Banana Brasil entrou na minha rotina como uma opção prática para aqueles dias em que eu queria algo simples, funcional e sem pesar no bolso. Ela deixa claro desde o início que é um produto da categoria de entrada, e isso não é um problema, pelo contrário. A proposta é direta: entregar proteína de forma acessível, usando uma base que já faz parte do dia a dia, a banana. Para quem não quer complicar muito a alimentação, ela se encaixa bem.
O que mais me chamou atenção foi justamente essa base de banana mais evidente, algo diferente das barrinhas que tentam disfarçar completamente os ingredientes naturais. Aqui, a banana aparece no sabor e também na textura, trazendo uma sensação mais próxima de alimento de verdade. Usei bastante em momentos fora do treino, como lanche da manhã ou da tarde, e ela funcionou bem para segurar a fome sem dar aquela sensação de estar comendo um doce industrializado.
O sabor que mais me agradou foi o banana com chocolate. Ele tem um perfil simples e familiar, lembra bastante uma banana amassada com um toque de cacau, sem exagero no doce. Não é aquele chocolate marcante ou cremoso, mas cumpre bem o papel de complementar o sabor da fruta. Para mim, isso ajuda muito no consumo frequente, porque não enjoa fácil e não fica artificial demais.
A textura é outro ponto que diferencia a Supino Protein. Ela é mais macia e levemente úmida, sem ser pegajosa, o que facilita bastante o consumo. Não exige muita mastigação e não gruda nos dentes, algo que valorizo quando estou comendo entre tarefas ou até no carro. Ao mesmo tempo, não é uma barrinha que se desfaz na mão, ela mantém bem a forma até o final.
Na prática, senti que ela entrega uma saciedade moderada, compatível com a proposta do produto. Não é uma barrinha para substituir refeição ou resolver longos períodos sem comer, mas funciona bem como apoio, principalmente em horários intermediários. Já usei antes de atividades leves e também como lanche rápido em dias mais corridos, e ela cumpriu bem esse papel sem causar desconforto.
A embalagem segue a mesma linha simples e funcional. Protege bem a barrinha, abre fácil e dá para carregar sem preocupação. Não tem acabamento sofisticado, mas é coerente com a proposta de ser algo acessível e direto ao ponto. Para o dia a dia, isso acaba sendo mais vantagem do que desvantagem.
Com o uso contínuo, alguns pontos ficam claros. Ela não tem a complexidade de sabor ou textura de barrinhas premium, o que é esperado nessa categoria. A presença marcante da banana pode não agradar quem prefere sabores mais neutros. Também senti que, em dias muito quentes, a textura fica um pouco mais macia, o que não atrapalha o consumo, mas muda levemente a experiência.
Como Escolher uma Barrinha de Proteína
Vou falar com você como eu mesma escolho minhas barrinhas no dia a dia, sem complicar e sem prometer milagre. Barrinha de proteína é prática, mas só funciona bem quando faz sentido para a rotina real. Ao longo dos anos treinando e testando muita coisa, aprendi que olhar só para a embalagem quase sempre leva a escolhas erradas. O que funciona mesmo é entender alguns pontos básicos e cruzar isso com o seu momento e seus hábitos.
Para que você quer a barrinha
Antes de olhar rótulo, sabor ou marca, eu sempre penso no uso. Barrinha não é tudo igual. Algumas funcionam melhor como lanche rápido entre refeições, outras ajudam no pós-treino e tem aquelas que servem só para matar a fome num dia corrido. Quando a gente não define isso, acaba comprando algo que não encaixa em nenhum momento do dia e fica encalhado na bolsa ou na gaveta.
No meu caso, gosto de barrinha para situações específicas, como depois de um treino em que sei que vou demorar para comer ou em viagens longas. Se a ideia for substituir um lanche, ela precisa ter mais proteína e um pouco de gordura para segurar a fome. Se for só um complemento, algo mais leve já resolve. Esse primeiro filtro elimina muita opção ruim.
Quantidade real de proteína
Aqui está um ponto que confunde muita gente. Nem toda barrinha “proteica” tem, de fato, uma boa quantidade de proteína. Eu sempre olho o número em gramas e comparo com o tamanho da barrinha. Para a maioria das pessoas, algo entre 10 e 20 gramas já cumpre bem o papel, dependendo do uso. Menos que isso costuma ser mais marketing do que função prática.
Também observo a fonte da proteína. Whey, proteína do leite, soja ou ervilha têm comportamentos diferentes no corpo. Eu, por experiência, me sinto melhor com barrinhas à base de whey ou blends simples. Não precisa ser a proteína mais cara do mundo, mas faz diferença quando ela aparece como ingrediente principal e não perdida no meio do rótulo.
Açúcar, carboidratos e pegadinhas
Esse é um detalhe que muita gente só percebe depois. Tem barrinha que entrega uma boa proteína, mas vem carregada de açúcar, xarope e carboidratos simples. Não é que isso seja proibido, mas precisa fazer sentido. Para quem treina e vai usar como reposição rápida, até pode funcionar. Para um lanche comum, costuma gerar fome pouco tempo depois.
Eu sempre dou uma olhada na lista de ingredientes e na tabela nutricional juntas. Se açúcar aparece logo no começo da lista, acende um alerta. Prefiro barrinhas com carboidratos vindos de aveia, castanhas ou frutas secas em menor quantidade. Isso deixa a energia mais estável e evita aquele pico seguido de cansaço que muita gente sente sem entender o motivo.
Lista de ingredientes mais simples
Com o tempo, aprendi que quanto menor a lista de ingredientes, melhor costuma ser a experiência. Barrinhas cheias de nomes difíceis, corantes e adoçantes em excesso geralmente não me fazem sentir bem, mesmo tendo bons números no rótulo. Não é uma regra absoluta, mas funciona como um ótimo critério inicial.
Eu gosto de identificar claramente o que estou comendo. Proteína, alguma fonte de gordura, um carboidrato simples ou complexo e pronto. Quando vejo uma barrinha que parece mais um experimento químico, prefiro deixar de lado. O corpo responde melhor a combinações simples, principalmente para quem usa esse tipo de produto com frequência na rotina.
Textura, saciedade e tolerância
Isso aqui é muito pessoal e só dá para aprender testando, mas vale observar. Tem barrinha dura demais, outras muito secas, algumas enjoativas no meio da mastigação. Se comer vira um sacrifício, ela não vai durar na sua rotina. Eu sempre priorizo textura agradável e fácil de comer, especialmente quando estou com pressa ou logo após o treino.
Também presto atenção em como meu corpo reage depois. Algumas barrinhas estufam, outras dão desconforto intestinal, principalmente as com muito adoçante ou álcool de açúcar. Quando encontro uma que me deixa saciada, confortável e sem efeitos colaterais, já considero um ponto enorme a favor, mesmo que o sabor não seja perfeito.
Preço, praticidade e constância
Por fim, eu sempre penso no custo e na viabilidade real de manter aquela escolha. Não adianta eleger a barrinha perfeita se o preço impede o uso frequente. Barrinha boa é aquela que cabe no bolso e na rotina, sem culpa ou esforço exagerado. Às vezes, uma opção mais simples, mas constante, funciona melhor do que a mais completa e rara.
Eu gosto de comprar poucas unidades primeiro, testar em diferentes momentos do dia e ver se realmente encaixa. Quando funciona, vira um apoio prático, não uma obrigação. Barrinha de proteína não precisa ser incrível, ela só precisa ajudar de verdade nos dias em que a alimentação perfeita não acontece, que são muitos.

Muito prazer, meu nome é Vanessa Kirchner!!
Sou a nova integrante da redação do Manual Esportivo! Sou triatleta há 7 anos e trabalho em um centro esportivo paranaense há 10 anos!
Nesse período pratiquei dezenas de esportes, e conheci praticantes de muitos outros. Tenho um conhecimento amplo quando o assunto é se exercitar! Por conta disso também já testei uma infinidade de produtos e artigos esportivos, além de conhecer diversos tipos de suplementos, pelo meu dia a dia com nutris e médicos do esporte! Além do esporte, minha outra paixão é escrever!
Conheci a Isabela em um Triatlo fora do Brasil, e ao contar minha história, ela me convidou para compartilhar meu conhecimento com os leitores do Manual! Estou muito feliz em fazer parte desse time. Espero ajudá-los a fazer escolhas mais racionais e coerentes quando o assunto for esporte e saúde!
Nos vemos nos posts! Muito Obrigada!









